ORDEM DO DIA
Pela Ordem



Texto da Ordem do Dia

A SRA. VERA LINS – Presidente, boa tarde. Boa tarde, vereadores.
Quero justificar a ausência da Vereadora Tânia Bastos, que não passou bem e foi ao médico.
O que me traz aqui é registrar que valeu à pena o esforço de alguns vereadores numa tarde em que, eu sabendo de uma reunião convocada pelos funcionários da Maternidade Herculano Pinheiro – estava lá o Vereador Paulo Pinheiro, outros vereadores e até deputados –, fui correndo para lá também. Não poderia deixar de fazê-lo, já que faço parte da base do governo. Eu disse que nós iríamos trabalhar em conjunto para que aquela maternidade não fosse fechada. Fui com uma comissão até a Secretaria de Saúde. E, no sábado, o prefeito foi lá, numa reunião que fizemos, onde tinha funcionários da maternidade, a comunidade, pessoas que tiveram filhos, netos lá na Maternidade Herculano Pinheiro, e, lá, o prefeito anunciou que não iria assinar o fechamento da maternidade.
Então, não foi só o esforço da Vereadora Vera Lins, mas os esforços de todos que trabalharam para que não fosse fechada aquela maternidade – do Danilo e outros mais, esticando faixas na Edgar Romero. Porque aquela maternidade faz realmente muita falta para os moradores ali do entorno.
Prefeito, muito obrigada. Com isso, o senhor mostrou que o senhor está cuidando das pessoas.

O SR. PRESIDENTE (JORGE FELIPPE) – Pela ordem, o Vereador Alexandre Isquierdo, que dispõe de três minutos.

A SRA. ROSA FERNANDES – Pela ordem, senhor Presidente.

O SR. ALEXANDRE ISQUIERDO – Pode passar, Presidente. Era para justificar a ausência da Vereadora Tânia Bastos, por motivos de saúde. Mas já foi justificada pela Vereadora Vera Lins.

O SR. PRESIDENTE (JORGE FELIPPE) – Justificada a ausência da Vereadora Tânia Bastos.
Pela ordem, a Vereadora Rosa Fernandes, que dispõe de três minutos.

A SRA. ROSA FERNANDES – Senhor Presidente, aproveitando que o tema é a Maternidade Herculano Pinheiro, eu queria fazer duas observações.
Primeira. A mobilização dos funcionários e da população daquela região foi imensa. Foi tão grande que chegou a assustar.
A outra questão é que a Prefeitura não tem dinheiro, nesse momento, para fazer policlínica. Como é que vai desativar uma unidade; pegar os profissionais; jogar para o Alexander Fleming, para não fazer a policlínica tão cedo? Então, na verdade, o que nos parece é que o único objetivo era pegar os profissionais; alocar no Alexander Fleming, que precisa de médicos, precisa de profissionais da saúde; fechar a Herculano Pinheiro e, quando tivesse dinheiro, faria a policlínica.
Eu acho que essa história não está bem contada, até porque, quando a secretária mandou um documento à Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira, ela fala, com todas as letras, que não há recurso para fazer a policlínica.