SOLENIDADE


Texto




Presidência do Sr. Vereador Felipe Michel.

Às quinze horas e dezesseis minutos, no Salão Nobre Vereador Antonio Carlos Carvalho, sob a Presidência do Sr. Vereador Felipe Michel, tem início a Solenidade da Câmara Municipal do Rio de Janeiro em homenagem ao Dia dos Pais, com a entrega de Moções de Congratulações a diversas personalidades.

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Senhoras e senhores, boa tarde.

Declaro aberta a Solenidade para entrega de Moções de Congratulações em homenagem ao Dia dos Pais.

Solicito ao Cerimonial da Câmara Municipal do Rio de Janeiro que conduza à Mesa de Honra a personalidade que irá constituí-la.

(Compõe-se a Mesa)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – A Mesa está composta por mim, Vereador Felipe Michel, e por meu pai, Senhor Paulo Michel, representando todos os pais presentes a nossa Solenidade.

Apenas para esclarecer, no Dia das Mães nós fizemos uma homenagem a todas elas. E eu não poderia deixar de fazer no Dia dos Pais esta singela homenagem com as pessoas envolvidas na nossa equipe.

Primeiramente, agradeço ao nosso Pai Todo-Poderoso. Acima de religião ou qualquer questão, Deus é o nosso Pai maior. Quero agradecer ao meu pai, que está presente; a todos os pais da nossa equipe; e aos meus amigos que, nessa vida corrida, às vezes não conseguimos estar juntos em alguns momentos.

Estou vendo aqui vários amigos que tenho em meu coração. É um prazer estarmos aqui e desfrutarmos deste momento. Domingo é Dia dos Pais, e a gente agradece a todos eles e os parabeniza, porque acho que temos que dar honra. Feliz é o ser humano, cumpridor da palavra de Deus e que honra pai e mãe. Hoje vamos honrar todos os pais. Está comigo à Mesa um amigo, irmão, meu pai, Senhor Paulo Michel, vulgo Bujão. É uma honra, pai.

Eu queria quebrar um pouquinho o protocolo, chamando mais um pai para representar a todos... Vamos fazer o seguinte: não vamos chamar mais ninguém para não causar problema. Vamos tocar desta forma mesmo.

Ouviremos agora o Hino Nacional.

(Ouve-se o Hino Nacional Brasileiro)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – A relação nominal dos presentes a esta Solenidade será publicada.

Eu só queria dividir algo com todos os que estão aqui nesta tarde... a gente se pega até num momento de emoção, porque estar aqui, hoje, na Câmara Municipal, como Vereador da Cidade do Rio de Janeiro, num momento como este, de homenagem ao Dia dos Pais, com meu pai aqui ao lado...

Eu queria agradecer a presença dos meus amigos da Ilha do Governador. Vamos sair daqui para uma reunião no Centro da Cidade. São pessoas guerreiras, que trabalham pelo bem da Ilha do Governador, pelo povo que mais precisa. Eu estava dividindo com eles que Deus honra e nos coloca, às vezes, em lugares que são promessas de Deus na nossa vida.

Estar aqui na Câmara Municipal, no Salão Nobre, como Vereador da Cidade do Rio de Janeiro e ao lado do meu pai, pra mim é uma emoção única, porque este é um sonho nosso. Eu tinha dois sonhos na vida: o primeiro era ser jogador de futebol, e Deus me deu essa honra. O outro era ser Vereador da Cidade do Rio de Janeiro. Essa é a realização de um sonho meu e do meu pai também.

De repente, me vejo no Salão Nobre da Câmara Municipal, tendo meu pai ao lado, num momento de homenagem ao Dia dos Pais. Quero parabenizar a todos os pais pelo dia de hoje e dizer que o seu sonho, se não for realizado por você, será realizado pelo seu filho, se você fizer por onde.

Se estou aqui hoje, pai, é uma realização do nosso sonho. Nós fizemos por onde e Deus nos honrou ao estarmos aqui. Se estaremos aqui na legislatura 2020-2024, que seja feita a vontade de Deus, e que possamos continuar cumprindo nosso papel como homens de Deus, como homens do bem, que querem fazer pela nossa cidade.

Se eu estou aqui hoje, agradeço muito ao senhor, porque foi o senhor que, junto com a minha mãe, me instruiu e me fez ser este homem que pensa sempre no bem das pessoas. Então, estou aqui para servir, não para ser servido. Portanto, glorifico a Deus por este momento, e queria passar a palavra para que o senhor faça uso, como meu pai e como nosso representante também.

Agradeço ao senhor por tudo e por este momento de emoção. Estamos realizando um sonho: Câmara Municipal, Vereador da Cidade do Rio de Janeiro, Salão Nobre, junto com meu pai aqui!

Muito obrigado!

O SR. PAULO MICHEL – Não é fácil. Boa tarde a todos. Fui pego de surpresa, pois não sabia que ia ter que falar.

Ter filho é mole, não é? É fácil, aparentemente tranquilo. Ter filho... ah, ter filho! Estou namorando uma menina, daqui a pouquinho: Ih, ela está grávida! É mole ter filho, não é? Agora, o problema é esse filho ter pai. Isso, sim, é muito difícil. Ser pai não é apenas ter um filho: é fazer desse filho a sua honraria.

Eu sempre disse para o Felipe e para o meu mais velho o seguinte: precisamos impor nosso respeito, nossa crença e, fundamentalmente, nosso bom caráter. Porque o caráter a gente impõe para o filho. Eu não sei se vocês concordam, mas você impõe. A personalidade, cada um tem a sua. Eu tenho dois filhos – o outro é cinco anos mais velho do que este – e os dois têm o mesmo caráter. Agora, personalidades totalmente diferentes. Então, pra mim, meu maior orgulho não é só ser pai, é ter sido um pai – modéstia à parte – que sempre deu exemplo para os filhos de bom caráter, de boa índole, porque isso não faz mal a ninguém, muito pelo contrário.

E, infelizmente, a gente não pode brigar com a mãe, porque o Dia das Mães não é mole não. Mãe é que vale mesmo. Eu costumo dizer – fiz até um ditado – sou meio metido a poeta... fiz um trecho dizendo o seguinte: pai é o alicerce; mãe é o céu, porque não tem limites.

O amor de mãe, realmente, não tem jeito. O de pai é aquele enérgico, que está sempre em busca da perfeição do caráter do filho. A mãe, às vezes, até esconde, pra debaixo do tapete, o lixo para o pai não ver. Mas é por isso, ela não tem limites. Eu sou “pãe”, também me considero. Sempre tratei o Felipe e o Eric, o meu mais velho, como se fossem meus colegas, meus irmãos, meus primos. Jogamos muito futebol juntos, “pelada”. Eu contra ele, eu contra o outro, o outro do lado dele...

Nós crescemos, eles cresceram muito apegados a mim, muito colegas, muito amigos e, hoje, superamigos! Pra mim é um orgulho estar aqui como pai deste cidadão, hoje Vereador. E tem mais, hein? É só o inicio, só o inicio. Eu só peço a Deus que dê luz, proteção, serenidade e muita correção a ele.

Obrigado!

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – No dia de homenagem ao Dia das Mães, elas tiveram o seu momento. Hoje, nós estamos falando do Dia dos Pais, mas agradeço a todas as mães aqui presentes, começando pela minha mãe, Ângela Michel, e a todas da equipe, todas as amigas, todas as mães que estão acompanhando os pais. Quero dizer que é muito importante. Minha “mãezona”, mãe é mãe, não é? Obrigado, mãe! Amo muito você!

Queria só dizer, antes de começarmos a entrega das Moções, que nós convidamos os pais de amigos e das pessoas que compõem nossa equipe. A Moção é uma coisa bem próxima. Eu gostaria que vocês a guardassem de forma muito valorosa, que cuidassem com bastante carinho, porque assim está sendo dada.

Nós escolhemos os pais que viriam aqui hoje. Alguns não puderam vir, porque o dia a dia da vida é assim mesmo, mas não foi muita gente que fugiu. Eu queria que vocês guardassem com muito amor, com muito carinho, porque é uma Moção que vai ser inserida nos Anais da Casa. Quem puder colocar numa moldura, coloque. Quem não puder, que guarde com todo coração, porque está sendo dada também de todo coração. Parabéns a todos os pais! Domingo é um dia muito especial para todos nós. Que possamos pensar no nosso pai maior, que é Deus, e em tudo que temos pela frente ainda como pais.

Então, vamos dar início à nossa entrega de Moções. Vamos começar? Tirando esse momento de emoção – porque não é mole –, vamos começar pelo nosso Paulo Michel, vulgo Bujão. Eu vou fazer o seguinte: todas as moções terão o mesmo início: “Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Requeiro à Mesa Diretora, na forma regimental, que seja inserida nos anais desta Casa Legislativa Moção de Louvor e Reconhecimento ao Senhor...” Meu amigo, meu irmão, meu pai, Paulo Michel. Muito obrigado, pai. Vamos aqui para a frente, Bujão. Pode ser aqui na frente? Tome o canudinho e a caneta.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Vamos lá? Então, eu só vou ler mais uma vez essa aqui, e vocês já sabem, eu vou chamando e tiramos a foto. “Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Requeiro à Mesa Diretora, na forma regimental, que seja inserida nos anais desta Casa Legislativa Moção de Louvor e Reconhecimento ao Senhor”... Meu amigo, Doutor Álvaro Aderaldo Chaves Filho. Doutor Álvaro, meu amigo, foi meu médico no Flamengo. No momento em que eu mais precisei, Doutor Álvaro me operou e, faltando 10 dias para a eleição, o Doutor Álvaro me operou também. Doutor Álvaro gosta de me operar, hein? Meu amigo, médico do America, um amigo que também gosta de servir, e é pré-candidato, não é, Doutor Álvaro? Deputado estadual, não é?

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Agora, eu gostaria de entregar a Moção ao meu amigo Luiz Gustavo Matias Silva. Estou feliz porque você veio, meu irmão. Por coincidência, também, o Matias... Como é que vai ser? Matias é pré-candidato também a deputado estadual, Doutor Álvaro e Matias. Obrigado, meu irmão. Matias é um militar, meu amigo, nosso irmão.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Agora, eu gostaria de chamar para entregar a Moção, meu companheiro, meu amigo, Admilson Nunes da Costa. Companheiros de trabalho, porque esse negócio de “Fala, companheiro”, o pessoal já... É companheiro de trabalho. Como o Prefeito diz: “Essa TV Globo começa a tumultuar tudo”.

Junto com o Vítor e o Vinícius.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Gostaria de entregar agora a Moção para o meu amigo, servidor da nossa querida Comlurb, Adriano Alexandre de Farias. Vem aqui, meu irmão!

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Moção agora para o meu amigo e cunhado, Alan Marcelo de Menezes Pinto.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Moção para o nosso amigo Alfio Ponzi Neto.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Nosso amigo Breno Silveira Vidal, companheiro de trabalho também.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Representado por meu amigo Tiago, meu filho e meu sobrinho, Aurélio Félix de Oliveira Ribeiro. Vem aqui, Tiago! Tiago é meu amigo, meu filho, meu afilhado.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Meu amigo, companheiro de trabalho, nosso advogado Carlos Eduardo Fernandez Soares, o Duda.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Meu amigo, companheiro de trabalho, nosso jogador Carlos Henrique da Silva Jorge, vulgo Lica.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Meu amigo de longa data, meu grande irmão – foi uma surpresa tê-lo aqui hoje: Cosme Damião Menezes, vulgo Cosminho. Obrigado pela presença, com seu filhão ali.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Quem quiser ir para o Espaço Laduma hoje, sexta-feira... Cosminho que manda lá, o pagode é dele. Você que manda, Bacalhau.

O SR. COSME DAMIÃO MENEZES – Só me arrependi de um detalhe: eu não vim com a roupa mais bonita que tenho, que é a camisa do Flamengo.

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Obrigado, Cosminho. Parabéns, meu irmão. Obrigado por ter vindo.

Queria chamar esses dois seres humanos maravilhosos e meus amigos. Chamar primeiro, por respeito, o pai: Moção para o meu amigo Durval Taurino dos Santos Neto. E seu filho, meu amigo, advogado do gabinete, Douglas Moreno Ribeiro dos Santos.

(Entregam-se as Moções)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Deus faz milagre mesmo. Douglas tem até filho. Está vendo como Deus é bom? Ele me deu um filho, não vai dar pra você, não é Douglas?

Moção para o meu amigo, meu companheiro de trabalho, Eduardo Lira, vulgo Dudu. Está no estilo também, com sua filha. Parabéns pelo seu pai.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Entregarei Moção a um amigo que nos ajudou bastante, Heber Figueiredo. Parabéns pelo dia.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Chamo agora, para entregar a Moção, o nosso amigo de Cordovil, Senhor Humberto Ignácio da Silva, pai do nosso amigo Vaguinho de Cordovil.

Você é guerreiro! Não tem tempo ruim.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Vou aproveitar e entregar logo para o nosso amigo Vaguinho de Cordovil, Wagner Dobroski da Silva. Apesar de gostar de uma selfie, é guerreiro demais. Trabalhando, isso é um fenômeno e amigo. Vaguinho, obrigado por tudo e parabéns pelo pai que você é e pelo seu pai.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Moção para nosso amigo e companheiro de trabalho também, meu irmão, Jorge Adriano dos Santos, vulgo Gugu.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Vou chamar aqui, para entregar a Moção, o pai do nosso amigo, nosso amigo, companheiro de trabalho, Senhor José Carlos da Cruz. Seja bem-vindo. Parabéns pelo seu filho.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Vou chamar meu amigo e companheiro de trabalho, Marcos Médice Costa Ramalho, vulgo Marcão.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Vou chamar agora meu amigo, nosso amigo que comanda a nossa pelada de terça-feira, um cara guerreiro, amigo demais, companheiro de trabalho, Marino da Silva Najaime.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Na vida, Deus vai colocando pessoas. E a gente ora tanto: “Deus, traga pessoas boas”. Uma dessas pessoas que vieram para a minha vida é o meu amigo, amante do esporte também, Reginaldo Cardoso Liani. Parabéns pelo Dia dos Pais, meu irmão. Estamos juntos.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Conforme eu falei do meu amigo Reginaldo, existem pessoas que Deus coloca mesmo, que Deus vai unindo. Logo quando cheguei, eu disse a ele “Meu irmão, é relação de amor. Vamos embora!” Ele é meu amigo.

Existem pessoas que a gente não precisa conhecer por 20 anos. A gente conhece e rapidamente vê que a amizade já aflorou e que o amor será eterno. Então, queria entregar a Moção pelo Dia dos Pais ao meu amigo Robson Luiz de Souza Simões, vulgo Robinho. Ele é pé de valsa. Pré-candidato a síndico do prédio.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Eu queria agora chamar, com o maior orgulho, o guerreiro, meu amigo e meu irmão, companheiro de trabalho, Robson Pires da Costa, vulgo Bacalhau.

Bacalhau, o Espaço Laduma hoje é todo seu! Já cola ali no Cosminho.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Vou chamar aqui o meu amigo, que faz parte da minha família, meu companheiro de trabalho, Rodrigo Ferreira da Costa. Vem aqui, meu irmão. Parabéns pelo pai que você é, com as minhas duas sobrinhas, as duas com muito estilo. O “tio” um dia vai pegar esse seu olho e seu cabelo pra ficar mais bonito. O “tio” está muito prejudicado!

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Vou chamar agora, para entregar a Moção, meu amigo, meu companheiro de guerra, de trabalho, direto da Cidade de Deus, Salatiel Ferreira dos Santos.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – É muito bacana quando a gente constrói dessa forma, as pessoas vindo, trazendo seus filhos, suas esposas, na medida do possível. Uma questão que falo sempre é que a gente precisa cada vez mais mostrar que a família está presente, que ela não pode ser destruída, que a família é a base de tudo, uma das coisas boas que a gente constrói na vida.

Para se ter uma ideia de como é importante isso, quero chamar aqui, para entregar a Moção, o meu amigo – porque a amizade é eterna, o amor é eterno, e o da minha família vai ser para sempre –, avô da minha filha, o pai da minha ex-esposa, Sergio Bastos Luiz, vulgo Serjão. Vem aqui, Serjão! Pai do Marcelo, meu amigo, e companheiro de trabalho. Valeu, Serjão! Parabéns pelo pai e amigo que você é. Estamos juntos!

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Chamo agora o meu amigo, meu companheiro de trabalho e também um guerreiro, Valério de Lima Martins, vulgo Dinhão. Eu olho para o Dinho e me lembro do sobrinho dele. Eu tenho tantas histórias que não posso falar hoje do sobrinho dele. Dinho tem um sobrinho que é um ser humano especial, e quando o Dinho não o agrada, quando o Dinho não faz o que ele quer, ele entrega o Dinho. Ele é muito inteligente. Vou parar por aqui, Dinho.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Vou chamar para entregar a Moção o nosso amigo, guerreiro também da Maré, um cara que tem o prazer de servir. Quero entregar com muito orgulho. Semana passada nós fizemos uma agenda na Maré, esse cara colocou lá umas 500 pessoas. Eu não tinha nem noção, mas as pessoas o respeitam, o amam e o consideram muito. A vida é isso. Nós temos que ser considerados, e as pessoas têm que acreditar em nós. A Credibilidade hoje está cada vez mais escassa.

Quero entregar a Moção ao meu amigo Índio da Maré. Venha aqui, Índio. Valtemir Messias do Nascimento.

(Entrega-se a Moção)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Vou chamar, para fazermos a entrega da Moção, o pai do nosso amigo, companheiro de trabalho, Senhor André Luiz Josias Reis, com muito orgulho.

(Entrega-se a Moção)

O SR. TIAGO ALMEIDA – Irei quebrar o protocolo rapidinho. Os filhos do Felipe não puderam vir porque a esposa do Felipe está passando mal. Ela está no hospital e não teve como vir. Irei quebrar o protocolo e chamar o Thiaguinho para representar toda a equipe do Felipe Michel e seus filhos.

Thiaguinho vai dar uma palavra. Ele tem o Felipe como pai. Ele homenageou uma pessoa a quem chama de pai, mas, na verdade, pai é o Vereador Felipe Michel.

O SR. THIAGO COSTA – Boa tarde a todos.

Meus amigos, irmãos – estou acostumado a falar na igreja. Como foi um momento de muita emoção para o Felipe homenagear o pai dele, eu quero dividir um pouquinho este momento e falar de uma pessoa que é muito importante pra mim. Apesar de eu não ter dado uma Moção a você – todos sabem que não seria possível, porque é você quem assina a Moção –, eu queria agradecer em nome de todos os filhos.

Com quatro anos de idade, ou seja, há 20 anos, eu te encontrei no sinal da Universal, na Praça Seca, e te pedi pra comprar uma bananada pra eu vender no sinal. O tempo foi passando e nós sonhamos juntos. Em 2010, na campanha do Romário e do Paulo Melo, iniciamos uma carreira política. Hoje estamos há 20 anos sonhando juntos – como a gente sempre fala, “roendo osso” juntos.

Hoje estamos aqui na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, você e eu, servindo ao povo com o pouco que a gente tem, fazendo bem sem olhar a quem. Pra mim, este momento é muito importante. Eu digo que pai não é aquele que gera, que tem relações com a mãe e o filho nasce. Pai é aquele que cuida, briga, dá conselho. E hoje eu agradeço, a Deus, primeiramente, e a você. Hoje sou o Thiago que todos conhecem e respeitam na Praça Seca graças a você.

Agradeço muito a Deus por sua vida. Quero dizer aqui: como é grande o meu amor por você.

O SR. TIAGO ALMEIDA – Vereador, foi tudo combinado, porque eu vi sua cara de triste quando você entregou uma das Moções. Foi tudo combinado, pra você ficar tristinho, mas a homenagem era com este intuito.

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – É bacana a questão do Thiago. O Thiago tem uma história muito bacana na Praça Seca, porque, desde os cinco anos, ele ficava no sinal vendendo, pedia um dinheiro a um e a outro, daí eu comecei a ficar preocupado e disse: “Vou parar de dar dinheiro para o Thiago”. E o que eu fazia? Dava um pé de moleque, bananada, pra não dar o dinheiro na mão dele, porque com cinco anos ele já era uma águia, como o Bujão fala, era “sete pelo corpo todo”.

Eu ficava de olho nele, pensando no que o moleque iria fazer com o dinheiro, e resolvi que era melhor dar o que ele vai vender do que dar o dinheiro na mão dele. Deus é tão bom que guardou a vida dele – a mãe dele com mais de cinco filhos – e hoje o Thiago é um homem íntegro, correto, trabalhador, que gosta de servir e ajudar as pessoas. Ele teve um irmão que foi para o tráfico, outro para as drogas. Então, a vida e Deus guardaram o Thiago, e ele hoje é um homem que tem defeitos, como todos nós, mas é um ser humano correto, íntegro, do bem e que eu tenho como se fosse um filho.

Às vezes eu até cobro: “Existem coisas que você precisa ter atitude de filho; se você é filho, tem que ter atitude como tal”. Então, obrigado pela homenagem. Eu o tenho como um exemplo de que um garoto que sai de uma comunidade, apesar de não ter o pai presente na sua educação, apesar de viver onde tem tráfico, pode ser um homem de bem. Isso quando nós, seres humanos, também fazemos a nossa parte.

A gente gosta muito de virar a cara pra essas crianças e jovens. Eu falo sempre que se virarmos a cara pra eles, eles, no futuro, vão assaltar, roubar, matar e construir a vida de forma a não construir a sociedade que queremos. A partir do momento em que o Thiago veio, como vou dar as costas, sabendo de tudo o que já passei na vida, e ligado ao esporte e à área social? Eu não tinha nenhuma pretensão política, aprendi isso com meus pais. Eu abracei o Thiago e falei pra irmos juntos.

Nunca me esqueço do primeiro emprego que arrumamos, não é, Thiago? Arrumamos todos os documentos, o Thiago não tinha cinto, a calça caindo, arrumamos um sapato 46 e ele calçava 42, e eu disse: “Vamos embora, hoje é o primeiro dia, depois, a gente vê o resto”. Ele foi, começou a trabalhar e ficou lá por um ano até que o dono da empresa disse que iria mandá-lo embora. Eu perguntei o motivo: “Ele faltou algum dia? Chegou atrasado?”. E ele respondeu: “Não, mas ele brinca muito”. Um jovem de 14 anos nunca chegou atrasado, nunca faltou, e está sendo mandado embora? Eu falei que aquilo era preconceito, falta de humanidade, que era tudo, mas que não teria problema – “Volta, porque já está na hora de outra campanha. Vamos com tudo, Thiago”.

E assim foi. Que você possa se inspirar no exemplo de todos os pais que te cercam para que seja um pai do bem. Parabéns e muito obrigado, Thiago.

O Bujão já puxou a orelha do Thiago várias vezes; já ficou sem falar. Uma vez – eu lembro como se fosse hoje – ele pegou um tênis novo emprestado do Bujão, ficou um mês sem aparecer com o tênis e, quando o Bujão viu, ele batendo perna com o tênis, o tênis novinho do Bujão... Eu glorifico a Deus. Obrigado por tudo.

Meus amigos, eu queria agradecer a presença de todos. Foi uma singela homenagem pelo Dia dos Pais a todos os pais, amigos, companheiros de trabalho – que são amigos também –, familiares, enfim, agradeço a todos aqueles que disponibilizaram seu tempo para vir de qualquer canto da cidade e estar aqui.

Aqui é um lugar tenso de trabalho, onde é resolvido tudo o que envolve a nossa cidade. Então, querendo ou não, é um ambiente que se torna muitas vezes pesado. Quanto mais pudermos trazer a palavra de Deus pra cá, as famílias pra cá, trazendo pensamentos do bem, coisas que edificam e fazem bem para a nossa cidade...

Muito obrigado. Agradeço a presença de todos, aos assessores, à equipe técnica da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, pois são essas pessoas que fazem acontecer, pessoas às vezes que não aparecem, mas estão aqui trabalhando. Eu faço questão de cumprimentar a todos, dar carinho e amor a todos, porque às vezes é num gesto que um apoia o outro. Que possamos fazer cada vez mais um trabalho que honre o nosso Legislativo.

Logo após ouvirmos o Hino da Cidade do Rio de Janeiro, estará encerrada a nossa Solenidade pelo Dia dos Pais. Viva a todos os pais! Parabéns a todos e que Deus nos abençoe.

(Ouve-se o Hino da Cidade do Rio de Janeiro)

O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Convido os presentes para registrarmos este momento com uma fotografia na escadaria do Palácio Pedro Ernesto. Nós fazemos uma foto oficial e, em seguida, estamos todos liberados. Eu vou ter que correr para uma reunião com meus amigos da Ilha do Governador, aqui no Centro da Cidade. Vamos fazer uma foto oficial na escadaria.

Está encerrada a Solenidade.

(Encerra-se a Solenidade às 16h13)


RELAÇÃO DE PRESENTES

João Miguel Matias Silva; Diego Oliveira da Costa; Luiz Henrique Vianna de Mattos; João Pedro Matias Silva; José Carlos da Cruz; Rodrigo Ferreira Costa; Gabriela do Nascimento Ferreira Costa; Deise Marchesano; Heber Figueiredo; José Adriano dos Santos; Michele Carvalho; Thiago Costa; Reginaldo Cardoso Liane; Andre Luis Josias Reis; Maria Eduarda Santos Lira; Robson Luiz Souza Simões; Valtemir Messias; Carla Cristiana de Oliveira; Vitor Wagner Oliveira; Wagner Dobroski da Silva; Admilson Nunes da Costa; Marino da Silva Najaine; Marcos Medice Costa Ramalho; Salatiel Ferreira dos Santos; Marcelo Souto Maior; Alan Marcelo de Menezes Pinto; Luiz Gustavo Matias Silva; João Pedro Carvalho Menezes; Maria Cristina de Lima Reis; Humberto Iguinacio da Silva; Cosme Damião Menezes; Victor Hugo Menezes da Costa; Carlos Henrique da Silva Jorge; Kauãne Ila Marinho Jorge; Sergio Bastos Luiz; Alfio Ponzio Neto; Heber Figueiredo Jr; Paulo Michel; Angela Maria Michel.