SOLENIDADE


Texto
SOLENIDADE REALIZADA EM 18 DE JUNHO DE 2018
(Homenagem ao Sr. Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior)

Presidência do Sr. Vereador Felipe Michel.

Às dezenove horas e treze minutos, no Plenário Teotônio Villela, sob a Presidência do Sr. Vereador Felipe Michel, tem início a Solenidade da Câmara Municipal do Rio de Janeiro para homenagear o Sr. Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, com a entrega do Conjunto de Medalhas de Mérito Pedro Ernesto
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Senhoras e senhores, boa noite!
Dou por aberta a Solenidade para homenagear o Dr. Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, Doutor Luizinho, com a entrega do Conjunto de Medalhas de Mérito Pedro Ernesto, de acordo com a Resolução da Mesa Diretora nº 9821/2018, de minha autoria e aprovada em Sessão Plenária nesta Casa de Leis.
Solicito ao Cerimonial da Câmara Municipal do Rio de Janeiro que conduza à Mesa de Honra as autoridades que irão constituí-la.
(Compõe-se a Mesa)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – A Mesa está assim constituída: Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado de Turismo, Nilo Sérgio Félix, representando o Excelentíssimo Senhor Vice-Governador do Estado do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles; Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado de Defesa Civil e Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Coronel Roberto Robadey Costa Junior; Excelentíssimo Senhor Secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Doutor Sérgio D’Abreu Gama; Excelentíssimo Senhor Deputado Estadual Renato Cozzolino; Senhora Secretária Executiva do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Senhora Aparecida Barbosa da Silva; Senhor Marcelo Queiroz, ex-Vereador do Município do Rio de Janeiro; e o nosso homenageado, Doutor Luiz Antônio de Souza Teixeira Junior, Doutor Luizinho.
Ouviremos agora a Execução do Hino Nacional.
(Ouve-se o Hino Nacional Brasileiro)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Recebemos a seguinte mensagem do Vice-Governador do Estado do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles:
“Comunico ao Ilustre Presidente que minha ausência do Rio de Janeiro me impede de estar presente à concessão do Conjunto de Medalhas de Mérito Pedro Ernesto ao Doutor Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, Doutor Luizinho. A homenagem da Câmara é mais do que justa, por tratar-se de pessoa altamente qualificada, competente e com grandes serviços prestados ao Estado e Município do Rio de Janeiro na área da saúde. Solicitei ao Secretário de Estado Nilo Sérgio que fosse meu representante nessa Solenidade.
Cordiais saudações, Francisco Dornelles, Vice-Governador do Estado do Rio de Janeiro”.
Agradeço a presença do nosso amigo, Excelentíssimo Senhor Wagner Victer, Secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro. Muito obrigado pela presença.
Também gostaria de registrar a presença das seguintes personalidades: Excelentíssimo Senhor Coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Eden Ramos dos Santos Filho; Excelentíssimo Senhor Roberto Cavalcante, Coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro; Excelentíssimo Senhor Coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Simas Junior; Coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Tarcísio Salles Júnior; Excelentíssimo Senhor Fernando Gonzalez, Secretário de Transportes e Trânsito do Município de Mesquita; Excelentíssimo Senhor Kleber Rodrigues, Secretário de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo do Município de Mesquita; Senhora Cláudia Mello, Subsecretária Estadual de Vigilância de Saúde; Senhor Hamilton Vasconcelos, Vice-Presidente da TurisRio; Senhor José Renato Torres, Assessor-Chefe da Presidência do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro; Senhor Isaias Poyares, representando o Excelentíssimo Senhor Deputado Federal Júlio Lopes; Senhor Roberto Cavalcanti de Albuquerque, representando o Excelentíssimo Senhor Deputado Estadual Samuel Malafaia; Senhor Isaias Nascimento, representando o Excelentíssimo Senhor Vereador do Município do Rio de Janeiro, Welington Dias; Excelentíssimo Senhor Vereador do Município de Nova Iguaçu, Carlinhos BNH; Senhor Antônio Diebe, Auditor-Chefe da Secretaria de Estado do Rio de Janeiro; Doutor Eduardo Moura, ex-Vereador da Cidade do Rio de Janeiro, representando o Senhor Diretor do Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde, Doutor Alessandro Magno; Excelentíssima Senhora Deputada Estadual Fatinha; rubro-negro Luiz Felipe Bragança Teixeira, filho do nosso homenageado; Senhor Luiz Carlos Medeiros, primo do nosso homenageado; Senhor Rafael Licurci, sobrinho do nosso homenageado; Excelentíssimo Senhor, representando a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Coordenador de Eventos e rubro-negro também, craque de futebol, Rodrigo de Castro.
Tenho a honra de registrar a presença do Senhor Vereador Alexandre Isquierdo, meu amigo, e gostaria de convidá-lo para ocupar a Tribuna e prestar sua homenagem ao Doutor Luizinho.
O SR. VEREADOR ALEXANDRE ISQUIERDO – Boa noite a todos, senhoras e senhores.
Quero fazer menção ao Excelentíssimo Senhor Secretário de Turismo, Nilo Sérgio Félix; ao Excelentíssimo Senhor Secretário de Saúde, Senhor Sérgio Gama; ao meu amigo, Comandante-Geral dos Bombeiros Coronel Robadey; ao Deputado Estadual Renato Cozzolino; à dama da Mesa, Senhora Aparecida Barbosa e ao meu querido amigo Deputado Marcelo Queiroz, prazer tê-lo aqui nesta Casa.
Primeiramente, nessa saudação, parabenizo um amigo aqui nesta Casa, Vereador Felipe Michel, por estar prestando essa bela homenagem, a maior Comenda da Cidade do Rio de Janeiro, ao nosso querido Luizinho que fez um belíssimo trabalho enquanto Secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro. Ele foi designado para uma função e uma missão muito árdua em um momento de crise do nosso Estado, momento de muita dificuldade da saúde em que várias unidades foram fechadas e não havia insumos e atendimento para a população, mas o Governador Pezão teve a brilhante ideia de colocar o Luizinho na Secretaria de Saúde. Eu, como esposo de uma médica, sei bem o momento que foi você assumir essa árdua missão.
Quero, aqui, em nome dos vereadores e também representando mais de 40 mil eleitores da Cidade do Rio de Janeiro, te agradecer pelo seu empenho, trabalho e dedicação, pelo seu espírito público. Estava falando ali, na sala de cerimonial com o Luizinho, sobre quando ele assumiu em janeiro de 2016 e eu estava na fila de embarque para viajar com a minha família em Janeiro. Olhei e comentei com a minha esposa: esse aí é Secretário recém-empossado pelo Governador Pezão. Não é possível que nessa crise, o pau cantando no Estado do Rio de Janeiro e ele vá viajar. Fiquei observando para ver se ele ia embarcar no avião, mas o Luizinho despachou ali sua família. Esse é o espírito público, Luizinho, que essa Cidade precisa, pessoas como você.
Sei que você tem uma missão, uma meta, um objetivo para esse ano. Faço votos para que isso seja alcançado porque o Estado do Rio de Janeiro precisa de pessoas como você que se empenham e que, fundamentalmente, vão priorizar a saúde que é o que mais a nossa população precisa.
Então, Vereador Felipe Michel, parabenizo você pela homenagem muito justa. Assim como eu, você é muito criterioso nas suas homenagens.
Parabéns, Luizinho. Deus te abençoe. Conte conosco.
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Parabéns pelas belas palavras Vereador Alexandre Isquierdo que tem na sua missão e vocação o prazer de servir. Parabéns pela excelente colocação, porque o Doutor Luizinho merece todas essas palavras.
Agora, para fazer uso da palavra, eu convido o ex-Vereador e amigo do Rio de Janeiro, Marcelo Queiroz.
O SR. MARCELO QUEIROZ – Primeiramente, quero dar boa noite a todos, parabenizar as palavras do Vereador Alexandre Isquierdo, meu amigo e companheiro, agradecer a todos da Mesa em nome do meu querido amigo, companheiro e referência, Nilo Félix, que tanto tem feito para o nosso turismo. Parabenizo principalmente você, que em pouco tempo de Câmara já é um dos principais vereadores do Rio de Janeiro, faz parte da Mesa Diretora dessa câmara, coisa que eu em dois anos não consegui.
Tem um trabalho incrível de rua, luta pelo esporte e pela educação. Então, eu acho que é uma das grandes revelações da política brasileira, não só carioca. Parabéns a você, Felipe.
O nosso homenageado, eu sou advogado e fui Secretário de Administração do último governo. Não concorri à eleição em virtude de um problema de saúde, e a partir do meu problema, comecei a entender o trabalho que o Luizinho fez nessa Secretaria. Eu transplantei em novembro do ano passado, então, a questão do transplante, eu entendo bem, e o programa estadual de transplante hoje é referência internacional no tema. Eu fui há pouco tempo, inclusive, com o nosso secretário, comemorar os mil transplantes do Hospital São Francisco. Eu vivi isso, isso salvou a minha vida e é prova do trabalho que você tem feito. Então, quero parabenizá-lo. É uma honra você fazer parte do meu partido, não é à toa o sucesso que você vem tendo nos últimos meses e, com certeza, o sucesso vai ser cada vez maior.
Parabéns, Luizinho, você merece.
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Parabéns pelas palavras.
Agora, para fazer uso da palavra, convido a Senhora Secretária Executiva do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Senhora Aparecida Barbosa da Silva.
A SRA. APARECIDA BARBOSA DA SILVA – Eu cumprimento o Senhor Secretário de Estado de Turismo, Doutor Nilo Sérgio Felix; o Secretário de Estado de Defesa Civil, Coronel Roberto Robadey Costa Júnior; o Secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Doutor Sérgio Gama; o Deputado Estadual Renato Cozzolino; o Senhor Marcelo Queiroz; o Excelentíssimo Vereador Felipe Michel e faço o nosso reconhecimento pela bela homenagem ao Secretário Luiz Antônio.
Boa noite a todos e a todas. Eu estou aqui em nome do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), em especial, da nossa Presidente, Maria da Conceição de Souza Rocha, e ela é Secretária de Saúde de Piraí, como todos e todas sabem. E numa segunda-feira, em momentos tão difíceis, ela não pôde sair do seu município. Mas, Luizinho, eu não tenho conta das vezes que ela ligou hoje, recomendou, mandou mensagem e pediu que eu estivesse aqui nessa homenagem.
Falar do Doutor Luizinho é muito difícil, separar a função institucional que ele teve do amigo de caminhada. Ele é assim. O Doutor Luizinho é emoção pura, à flor da pele. Ao mesmo tempo em que ele, em algum momento, endurece, porque ele é duro no compromisso tem com a saúde da população, é aquela criatura doce. Nós dizemos que é muito difícil brigar e romper com ele.
Reconhecemos nesses dois anos o quanto ele se dedicou aos municípios do Estado do Rio de Janeiro. Então, em nome do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde, fica aqui o nosso sincero agradecimento pela dedicação. Não temos registros de alguma solicitação que a gente tenha feito ao Luizinho nesse período que tenha ficado sem resposta. Ainda que a resposta tenha sido “não”, pelo momento sério, grave, que o Estado vem vivendo. Ele respondeu, ele foi solícito o tempo inteiro. Eu não preciso ficar rasgando elogios aqui, porque todos e todas que estão aqui concordam com esse registro.
Em nome dos 92 municípios, nessa intensa caminhada que nós fizemos, num diálogo profundo, fica aqui o nosso reconhecimento por esta honraria. Ela é legítima, ela é oportuna e ela é, para a gente, bastante significativa, e a gente espera, Luizinho, que o seu pleito, que é muito legítimo, seja bem sucedido. A gente espera também poder contar não só com o amigo de caminhada, mas com o líder que nós temos na área da Saúde no Estado do Rio.
Então, que Deus te acompanhe E nós estaremos aqui acompanhando seus passos.
Muito obrigada.
(PALMAS)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Parabéns pelas belas palavras.
Vou precisar quebrar o protocolo devido à chegada da Senhora Fatinha. Mas antes de convidar, eu queria registrar a presença da amiga da cidade, amiga do Estado, do Brasil e do mundo, a minha amiga, a nossa amiga, a porta-bandeira Selminha Sorriso. Uma salva de palmas.
Deputada Fatinha, por favor, pode fazer uso da Tribuna e prestar sua homenagem ao nosso Doutor Luizinho.
(PALMAS)
A SRA. DEPUTADA FATINHA – Boa noite a todos e todas. Quero deixar um grande abraço aqui para o Vereador Felipe Michel, para o meu amigo, meu companheiro de todas as horas lá na Assembleia Legislativa, companheiro Renato Cozzolino. Coronel Robadey, eu estou tendo o prazer de conhecê-lo, Aparecida Barbosa, Secretário de Turismo, representando o governador, Nilo Sérgio. Um grande abraço para o Rodrigo. Não sei se ele está por aqui ainda, meu grande companheiro, jornalista e, principalmente, assessor de comunicação, do Cerimonial da Prefeitura, do Estado do Rio de Janeiro, do Prefeito Marcelo Crivella, mas, antes de tudo, meu amigo, o Vereador Isquierdo, que acabou de fazer uso da palavra.
Falar do nosso amigo Luizinho é muito difícil. Tantas pessoas que eu vi aqui, o Vereador que aqui falou e ao falar depois dele, eu fico com muita dificuldade. Mas eu não poderia deixar de falar do nosso amigo Luizinho sem falar de toda a equipe dele, que muito o ajuda e sempre com muito carinho mostra verdadeiramente quem ele é. Eu vou ser breve nas minhas palavras, mas, conforme o vereador aqui disse, ele é uma pessoa humana, é um verdadeiro ser humano. Quando nós, por meio do Doutor Luizinho como secretário, pedíamos, as verdadeiras pessoas que ficam lá na ponta e que, quando nos procuram e nós sempre procurávamos e procuramos o Doutor Luizinho, não tem hora, não tem momento, não tem dia. De segunda a segunda, com seu telefone ligado. Então, eu quero dizer para você, Luizinho, que não só a minha família, mas toda a minha equipe e, pelo que eu estou vendo, os 92 municípios desse Estado, verdadeiramente, gostam de você, têm um carinho enorme por você e eles sabem que você é uma pessoa extremamente responsável, qualificada e, principalmente, amigo do Estado do Rio de Janeiro.
Então, na frente de todos vocês, eu quero dizer o meu muito obrigado por você ser esse grande homem, esse grande companheiro e, principalmente, amigo. E faço minhas as palavras do Vereador, como você é humano, como você é companheiro, como você é amigo.
Felipe Michel, parabéns por essa grande homenagem e pode ter certeza que você não tem ao lado um secretário, mas você tem ao lado um grande amigo e que é amigo de todos.
Muito obrigada e boa noite a todos.
(PALMAS)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Agradeço e parabenizo as belas palavras, Deputada Fatinha.
Agradeço a presença do Doutor Armando Ahmed, empresário, proprietário da Rede de Drogarias Venâncio.
Uma salva de palmas!
(PALMAS)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Para fazer uso da palavra, o Excelentíssimo Senhor Deputado Estadual Renato Cozzolino.
O SR. DEPUTADO ESTADUAL RENATO COZZOLINO – Muito boa noite a todos. Boa noite, Luizinho. Boa noite, meu amigo comandante. Boa noite, Vereador.
Quero dizer da minha felicidade nesta noite por poder participar desta linda homenagem, linda Solenidade. Desde já, quero parabenizar o Vereador Felipe Michel por ter escolhido esse homem, amigo, secretário, que é muito merecedor desta homenagem.
O Estado do Rio de Janeiro ganhou muito com sua entrada na Secretaria de Saúde. Como deputado, acompanhei de perto a sua luta, para não deixar nenhuma UPA ser fechada. Sei o quanto você e toda a sua equipe lutaram para reduzir os custeios das UPAs e dos hospitais estaduais.
Dizer que você está de parabéns! Você é muito merecedor. Sou um fã seu pelo fato de ser uma pessoa que nunca negou, nem se escondeu de nada. Sempre que eu precisei – não para mim, mas para o Município de Magé –, você sempre abriu as portas da Secretaria para nos ajudar.
O Município de Magé está de portas abertas. Eu, Renato Cozzolino, estou à sua disposição e tenho certeza de que você vai ter uma carreira brilhante, uma linda jornada para traçar. Estarei, sim, ao seu lado, não só nos bons momentos, mas também nos de dificuldade.
Quero, assim, agradecer muito essa homenagem e a possibilidade de discursar a seu favor, falando um pouco da sua trajetória. Sei também da belíssima história que você tem com o Município de Nova Iguaçu, onde também foi secretário, se não me engano por dois mandatos, e fez excelente trabalho.
A Baixada Fluminense quer, sim, Luizinho na política. Você tem que vir porque é merecedor. A Baixada Fluminense espera uma pessoa do seu nível, com as suas qualidades, com seu potencial para nos representar no Congresso.
Então, meu amigo, deixo aqui minhas palavras. Fui pego de surpresa, mas para falar de quem a gente gosta, não precisa de discurso decorado. É só falar do coração. Todas as palavras que eu acabei de dizer vieram do coração.
Contem comigo! O Município de Magé está com você, meu amigo! Um abraço!
Obrigado e parabéns, Vereador! Parabéns a todos vocês que vieram aqui prestar esta homenagem ao nosso querido e eterno Luizinho.
(PALMAS)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Parabéns pelas belas palavras, Senhor Deputado Estadual Renato Cozzolino.
Para fazer uso da palavra, o Excelentíssimo Senhor Secretário Estadual de Saúde, Doutor Sérgio D’Abreu Gama.
O SR. SECRETÁRIO SÉRGIO D’ABREU GAMA – Boa noite a todos. Ao cumprimentar o Vereador Felipe Michel, cumprimento toda a Mesa. Parabenizo pela belíssima homenagem ao Secretário Luizinho, com quem trabalhei durante esses últimos anos, desde Nova Iguaçu, na Secretaria Municipal de Saúde.
Quando Luizinho foi convidado para vir para a Secretaria Estadual de Saúde, conversamos muito sobre as grandes dificuldades que iríamos encontrar. Mesmo discutindo muito sobre essas dificuldades antes de assumir, vimos que era muito mais difícil do que realmente poderíamos pensar. Ele, com muita sabedoria, conseguiu unir uma equipe maravilhosa que ficou até três meses sem receber salários, mas continuava firme, trabalhando em prol da saúde do Rio de Janeiro.. Conseguiu com muita conversa, com muita discussão, renegociar todos os contratos do Estado, readequando os custos as reais divisas que a Secretaria tinha.
Ele, com toda a dificuldade, sempre falava: nós temos que ser parceiros dos municípios. Os municípios precisam da nossa ajuda. Com toda a dificuldade que a Secretaria Estadual de Saúde tem, nós temos que fazer o impossível para ajudar os municípios.
E isso foi muito importante, foi um ensinamento muito grande que eu recebi durante todo esse tempo. E tenho um desafio muito grande da continuidade a tudo o que a gente está fazendo. Não mudei uma vírgula naquela Secretaria, estamos dando continuidade a todos os trabalhos que foram iniciados, ainda tem muitos trabalhos já iniciados que vão se concretizar esse ano.
E é um prazer muito grande estar aqui ao lado dele recebendo essa grande homenagem. Parabéns Luizinho, que você tenha uma grande vida pública pela frente. Obrigado.
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Parabéns pelas belas palavras, secretário.
Para fazer uso da palavra, o Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado de Defesa Civil e Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Coronel Roberto Robadey Costa Júnior.
O SR. SECRETÁRIO ROBERTO ROBADEY COSTA JÚNIOR – Boa noite a todos, Excelentíssimo Senhor Vereador Felipe Michel, Presidente desta Solenidade, na pessoa de quem eu cumprimento toda a Mesa e parabenizo pela iniciativa de homenagear esse grande fluminense que é o meu amigo Luizinho.
Eu não conhecia o Luizinho antes dele se tornar Secretário de Saúde. Começamos a interagir quando eu era ainda Subcomandante do Corpo de Bombeiros. O Luizinho tem muita visão. Eu que já trabalhei na Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e fico feliz também hoje de ver tantos rostos conhecidos aqui com quem eu interagi naqueles 10 meses lá de 2012.
Eu fico muito feliz Luizinho de ter te conhecido, de poder depois interagir com você como Secretário de Defesa Civil e você como Secretário de Saúde. A sua visão, como eu ia dizendo, de saúde pública que certamente você foi adquirindo ao longo da brilhante carreira que a gente ouve dizer sobre você lá na sua região. E pegar o Estado do Rio naquele momento que você pegou para administrar a saúde foi um ato de tremenda coragem.
Você disse na sua posse que era o pior emprego do estado o que você estava assumindo e eu acho que foi um ato grande coragem. Eu pude interagir com você e ver o quanto você fez pela saúde.
O Corpo de Bombeiros hoje tem 55% da sua atividade em atendimento pré-hospitalar. Então, a gente interage demais com a Secretaria de Saúde. É fundamental para a população que haja esse contato entre a Secretaria de Saúde e o Corpo de Bombeiros. E, por meio do seu apoio, nós conseguimos passar pela crise sem maiores comprometimentos, ninguém ouviu grandes reclamações do Corpo de Bombeiros apesar da crise.
E eu faço aqui um registro da visão tanto do Governador Pezão quanto o Governador Dornelles quando respondeu pelo Estado de priorizar a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, isso evitou que nós tivéssemos no Rio de Janeiro o caos que nós vimos em outros estados.
Aqui no Rio de Janeiro não faltou comida nos quartéis, não faltou combustível para as nossas viaturas. E o salário dos nossos militares, embora tenhamos ficado um tempo sem 13º, nos 12 meses, o salário foi honrado para as nossas forças policiais e militares para que todos precisassem pagar o seu aluguel e sua luz. E eu faço a minha homenagem ao governo que teve essa visão.
E sobre você, Luizinho, todos já disseram tantas coisas... Eu me lembro, não posso deixar de registrar, da sua proatividade no momento em que o Rio viveu por dois verões seguidos uma guerra contra a febre amarela.
E se não fosse a sua proatividade buscando apoio de todos, a população teria sofrido muito mais. E eu pude acompanhar o seu trabalho e da sua equipe onde fosse necessário, sábado, domingo, você não tinha folga para tratar desse problema que era muito grave para todo o Estado.
Então, muito obrigado pela oportunidade de estar aqui, Presidente. E, mais uma vez, parabenizando Vossa Excelência pela brilhante iniciativa de homenagear esse grande brasileiro, esse grande fluminense que é o Doutor Luizinho.
E registro ainda, Luizinho, que você pode contar com o meu apoio nesse seu projeto, meu apoio pessoal, o que estiver ao meu alcance, do Robadey, será feito para que você tenha sucesso nessa empreitada de nos representar, muito bem nos representar, que eu tenho certeza que irá acontecer. E nós teremos um ótimo representante para a Saúde e acredito também para o Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.
Muito obrigado meu amigo.
(PALMAS)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Parabéns pelas belas palavras, Comandante, um prazer essa Casa em receber o senhor.
Gostaria de registrar a presença do Senhor Fernando, empresário da Cidade do Rio de Janeiro, que tem também o prazer de servir. Participou de várias intervenções na área de transporte na nossa cidade. Então, obrigado também pela sua presença, Fernando.
Eu queria agora passar a palavra ao Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado de Turismo, Senhor Nilo Sérgio Félix, representando o Excelentíssimo Senhor Vice-Governador do Estado do Rio de Janeiro Francisco Dornelles.
O SR. SECRETÁRIO NILO SÉRGIO FÉLIX – Boa noite a todas e a todos. Quero cumprimentar o Excelentíssimo Vereador Presidente desta Solenidade Felipe Michel e os demais integrantes da Mesa entre eles, o meu querido amigo Marcelinho Queiroz, ex-Vereador, ex-Secretário Municipal da Administração, com quem eu tenho a honra desse convívio diário de uma pessoa de tanta qualidade e que, sem dúvida nenhuma, vai continuar prestando grande serviço a nossa cidade e ao nosso estado.
O nosso homenageado Luizinho, meu querido amigo com quem tive a honra e o prazer do convívio no Governo do Estado. Já foram ditas aqui todas as suas qualidades, mas eu queria registrar, Luizinho, alguns fatos assim da maior importância.
Primeiro, é de conhecimento de todos nesses últimos meses dessa dificuldade que o estado vem passando. Hoje, já entrou em normalidade, o trem já está nos trilhos, obviamente que ainda falta muito coisa ou alguma coisa, mas a área de saúde é fundamentalmente uma das mais importantes.
E eu acompanhei nessa trajetória do Luizinho a dificuldade toda, a luta dele, mas sempre a presença dele permanente. Uma das coisas mais importantes que eu sempre entendo é você devolver um recado, é você atender um telefone, é você pedir alguém para tentar resolver as suas coisas.
Porque no outro da linha tem alguém precisando. Do outro lado linha tem alguém que necessita pelo menos de uma resposta. “Sim”, “não” ou “vamos ver”; “vou passar a demanda para alguém” – nisso o Luizinho nunca deixou de faltar. É um exemplo dentro do nosso estado, na nossa Secretaria, no nosso Governo; todos têm a mesma opinião, a de que ele é um profissional brilhante, que exerce a sua função, não só de médico, mas de gestor público. Um profissional dedicado.
Tive também uma experiência citada aqui pelo Coronel Comandante Robadey, na crise da febre amarela, em que o turismo foi afetado diretamente. Os cancelamentos, os congressos, os turistas individuais nacionais e internacionais, uma caída grande de ocupação na hotelaria, dos voos para o Rio de Janeiro.
Fizemos uma reunião com o Luizinho, um fórum, ele colocou a cara, puxou a responsabilidade, mostrou os avanços, mostrou o que o Estado e a Secretaria de Saúde estavam fazendo. Isso para os agentes de viagem, para os operadores, para os hoteleiros, para o corpo consular, para os embaixadores de países que tinham a imagem e a informação errada da febre amarela. Ele puxou a responsabilidade e mostrou um quadro diferente, mais positivamente, da realidade que passávamos naquela época.
Então é isso, Luizinho. Mostre o teu caráter, mostre a sua personalidade, mostre o profissional que você é. Eu não tenho dúvida nenhuma de que no Legislativo ou no Executivo, com certeza, você vai contribuir para o nosso Estado do Rio de Janeiro.
Levo e trago de uma forma muito carinhosa o abraço do Vice-Governador Francisco Dornelles, uma das maiores referências políticas deste país, todo o carinho que ele tem por você. Na certeza de que, nos próximos meses, o seu sonho vai ser realizado. E vamos trabalhar para isso e você pode estar certo de que ganha o Rio de Janeiro.
Como profissional e como gestor você ganha, não só no Legislativo como no Executivo. Seja lá o que Deus tenha traçado para você.
Fica o nosso abraço, aproveito para cumprimentar o seu pai, Doutor Luiz e o seu filho Felipe, deixando um abraço nosso, do nosso governo e do nosso Vice-Governador Dornelles. Muito obrigado a todos vocês.
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Antes de eu fazer uso da palavra, queria convidar o pai do nosso homenageado para fazer uso da Tribuna, para que possa falar algumas palavras para o seu filho e homenageado, Doutor Luizinho.
O SR. LUIZ ANTÔNIO DE SOUZA TEIXEIRA – Senhor Presidente, membros da Mesa, eu vou tentar porque uma vez Flamengo, Flamengo até morrer.
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Com certeza.
O SR. LUIZ ANTÔNIO DE SOUZA TEIXEIRA – Uma vez político, não pode ver o microfone que tem de falar. Foi uma surpresa agradável, porque para falar de coração a gente não precisa se preparar. E do meu filho, fosse como fosse, eu estaria ao lado dele. Fosse como fosse. Mas esse aí é especial. Eu não imaginava que, aos 75 anos, voltaria a esta Casa, à qual já vim várias vezes, para isso.
Fui vereador de 1982 a 1988, na Câmara de Nova Iguaçu; ocupei a Mesa, ocupei a Presidência. E ele, daquele tamanho, já ia para Câmara atrás de mim – do tamanho do Luiz Felipe. Às vezes, eu estava em outro lugar. E iam me avisar: olha, seu filho está na Câmara, no seu lugar. Ele dava o ponto no meu lugar. Em 1986, mais ou menos.
Muito bem. Toda a nossa família, minha filha Débora, a minha filha Roberta, a mãe dele, todos os parentes, ficamos muito preocupados, quando ele ingressou na vida pública. Ficamos muito preocupados, porque infelizmente o momento político que vivemos não é bom. Eu ainda vivi um bom momento.
Todos fizemos pressão para que ele não aceitasse o cargo, depois de lutar tanto, depois de estudar tanto, depois de se esforçar tanto, conseguiu ser feliz, conseguiu se casar, formar família dele, montou os negócios, montou a clínica dele, tudo certo. Na hora de desfrutar, ele resolve ir para a vida pública e ficar sujeito a essas coisas a que o homem público está sujeito, no momento em que há uma crise de autoridade.
Na minha época de criança, a gente de perfilava, quando chegava o deputado, se ouvia tocando: “vai usar a palavra o doutor Getúlio Barbosa de Moura”; e os alunos, em silêncio. Hoje, eles são agredidos no shopping, são agredidos no avião. Hoje, não têm mais vida. É um momento muito triste. Fico muito triste por meu filho ter ingressado na vida pública, e já está pagando. Mas faz parte.
A Daniela Scholl me disse que eu deveria ficar muito feliz de ter um filho preocupado com as pessoas carentes. Eu não tinha 40% do pensamento que ele tem na coisa pública em relação aos mais pobres. Várias vezes recebi recado: “Olhe, Francisco Amaral, deputado, mandou avisar que vem te pegar às duas horas para ir à reunião em Queimados”. Eu? Eu vou ao Maracanã! Não vou para Queimados. Vou para Queimados, em dias de semana. Fui na casa dele, domingo; ele não estava; vou, dia de semana, ele não está; ou seja, é um rebelde que não temos como domesticar.
O que temos que fazer é ajudar, rezar muito, agradecer a Deus. E a nossa sorte é que tanto a equipe de trabalho dele como essa que o acompanha não faz com outra intenção, a não ser para ficar do lado dele. Essas pessoas realmente amam o meu filho e eu amo vocês.
É um grande orgulho ver o meu filho ao lado de vocês. Ninguém sai de suas casas, aos sábados e domingos, se não for por amor. Sem amor não se atravessa a rua.
Muito obrigado, meu filho; muito obrigado, Presidente. O senhor deu uma chance para um desabafo. Boa noite a todos.
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Parabéns, pelas belas palavras, mestre e paizão.
Quero dizer que as melhores palavras que o senhor falou foram “Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer”. Nisso aí o senhor foi de uma grandeza, Luiz! E também para aproveitar, um pouquinho mais, a história de vida de vocês, do Doutor Luizinho, que é maravilhosa. Com certeza, é muito maior. Então, parabéns.
Queria, rapidamente, fazer um resumo da nossa história, Luizinho, que é uma questão muito curiosa e muito bacana.
Em 2014, trabalhando com o então Secretário de Transportes do Governo do Estado, Carlos Osório, no primeiro dia, a gente trabalhou o dia todo. Quando sentamos no gabinete do Osório, na Secretaria: acidente de trem em Nova Iguaçu. Para tudo! “Felipe Michel, corra para Nova Iguaçu.”
Entrei no carro, corri para Nova Iguaçu, – eu, Thiago, Adimilson, Luiz Fernando, a equipe. Voamos para Nova Iguaçu. Chegamos, lá; foi aquela tragédia. Várias pessoas feridas. Uma situação desesperadora: várias pessoas indo para o Hospital da Posse, numa situação muito triste.
No outro dia de manhã, amanheci em Nova Iguaçu, às 5h30, e logo fui para o hospital com então Secretário Carlos Osório. Chegando lá, conheci o Secretário Municipal de Saúde de Nova Iguaçu, Doutor Luizinho; e, para minha surpresa, quando cheguei lá, pensei que o hospital devia estar em uma situação delicada. Nada disso: um hospital referência; com um serviço de excelência; e um ser humano com prazer de servir, com prazer de fazer acontecer.
E, ali, no primeiro momento, conversei com o Osório e falei que aquele era um secretário diferenciado, um ser humano. Todas as vezes que ligava para o Doutor Luizinho para saber dos pacientes que lá estavam acidentados, ele se mostrava preocupado em fazer o melhor e atender a todos, para fazer com que aqueles pacientes tivessem alta o mais rápido possível e com melhor atendimento. E, ali, vi que estava nascendo um verdadeiro servidor para o nosso Estado do Rio de Janeiro.
Passaram-se anos, comecei a acompanhar cada vez mais o trabalho do Doutor Luizinho e admirando cada vez mais. E, às vezes, a gente se falava. Eu admirando, vendo, acompanhando o trabalho dele, falei: “Doutor Luizinho, esse aí é dos nossos, Osório; um cara que gosta de servir”.
E, para minha surpresa, uma vez o meu pai me procurou, foi até lá em casa, e falou: “Felipe, quem tá querendo falar com você é o primo do Doutor Luizinho”. Falei: “Secretário Doutor Luizinho? Primo do Doutor Luizinho, quem é?” e mais uma surpresa agradável: os primos do Doutor Luizinho, Gustavo, Claudinha e Maninho foram criados comigo, jogaram bola comigo, meus amigos – quase irmãos. Então pensei: mais uma afinidade, para minha surpresa. Amante do futebol, Gustavinho me ensinou, no início, a passar a bola, não é, craque de bola? E, aí, gente, falei: mais uma.
Depois que eu tive a primeira conversa com o Doutor Luizinho, de uma forma mais tranquila, na época em que eu era da base do Flamengo, ele era médico do Vasco. E o Igor, que hoje trabalha comigo, era atleta do Doutor Luizinho; o Felipe, o Pedrinho, muitos amigos que eu levo até hoje também.
Amante do Esporte, médico... Jogamos contra; lógico, pois eu era do Flamengo – ganhamos do Vasco. Nessa época, você até ficava feliz, não é? Estou brincando, mas fizemos vários duelos bacanas. E o Doutor Luizinho é amante do esporte.
Então ficou tudo muito simples. A partir de todas essas afinidades, tudo isso acontecendo, e essa admiração, vi que ele tinha um perfil daqueles com que eu gostaria de caminhar junto. E o Osorio também, da mesma forma. Conversamos bastante.
O Osorio viria candidato a deputado federal. Esse era o planejamento. E Doutor Luizinho, eu ouvia que tinha esse sonho também. Pensei: como vai ficar essa situação? Mas o Osorio, um dia, bateu o martelo e falou que não se candidataria a deputado federal. E eu falei: “Osorio, para o bem geral da nação, então, tenho, aqui, uma opção, que é o Doutor Luizinho”. E ele falou: “Essa é a sua escolha?” Respondi que sim, que era a minha escolha, e ele disse que assinava embaixo.
Então, isso é para vocês verem como é a política que a gente sonha, que a gente quer, sem troca, sem interesse, só pelo prazer de servir e ver que, ao lado, queremos pessoas com esse perfil, com nessa identidade, que tenham, na essência, o prazer de servir, e não o de serem servidos. Esse é o Doutor Luizinho.
A gente sentou e apertou a mão. Falei: “Doutor Luizinho, estou vereador até 2020. Isso é fato. Você vem candidato a deputado federal? Se vier candidato, você é meu deputado federal, porque eu o escolhi como meu deputado federal”. Daqui para a frente, vamos ver o que vamos fazer.
Doutor Luizinho, estou vereador até 2020. Depois, a gente vê o que vai ser feito. Com certeza, vou buscar a minha reeleição. Em 2018, quero dizer que estou com você. Assumo esse compromisso com você, com a minha família, com a minha equipe e, hoje, estou assumindo com todos aqui. Você só vai me falar qual é a missão: missão dada é missão cumprida. Vamos juntos.
Conforme falei, não sou mais o Vereador Felipe Michel. Sou o Vereador Felipe Michel-Doutor Luizinho. Isso não é por troca, não é por negociação, é por verdade, é por sentimento. Não acredito em política de troca, de barganha, de negociação. Acredito na política de sentimento, de verdade, de gostar do que a gente gosta, de pensar da forma que a gente pensa, de ser a família.
Cada vez mais as pessoas estão destruindo as famílias. Hoje, a família está virando uma instituição falida. Acredito na família, e o Doutor Luizinho é dessa forma: acredita na família, porque ele tem, na sua essência, sua esposa e seus filhos, seus familiares. Ele mostra isso no amor que ele está dedicando à sua filha, nesse momento, à sua esposa, a seus filhos e a seus familiares.
Doutor Luizinho, esta é a terceira Medalha de Mérito Pedro Ernesto que estou concedendo aqui na Casa. Concedi a primeira a um craque da bola, meu amigo Ronaldinho Gaúcho; a segunda foi para um craque do meio ambiente, de legado Olímpico, que é o Carlos Favoreto, do campo de golfe, o único campo de golfe olímpico do mundo.
A terceira é a de hoje, para um craque da medicina e da gestão. Doutor Luizinho, você hoje é meu amigo. Hoje, a sua dor é a minha, o seu sonho é o meu, e o que você sonha para 2018 é o que eu sonho também.
Esta medalha, a maior honraria da Cidade do Rio de Janeiro, está sendo concedida para um cara que serviu ao Estado do Rio de Janeiro, ao Município do Rio de Janeiro e ao povo. Ele fez com amor e tem, no seu sonho, a vontade de continuar servindo. Concedo esta Medalha de Mérito Pedro Ernesto com apoio de vários vereadores desta Casa, com muito prazer, com muito orgulho, por que você fez por merecer, faz e vai fazer muito mais. Conte comigo, conte conosco. Vamos com tudo, porque 2018 é nosso!
Chamo o seu filho e o seu pai para fazer a entrega do Conjunto de Medalhas de Mérito Pedro Ernesto.
(Entrega-se o Conjunto de Medalhas de Mérito Pedro Ernesto)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Com a palavra, o Senhor Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, Doutor Luizinho, o nosso homenageado.
O SR. LUIZ ANTÔNIO DE SOUZA TEIXEIRA JÚNIOR – Boa noite a todos. Inicialmente, quero agradecer a Deus a oportunidade de estarmos juntos aqui. Agradeço a cada um de vocês que está presente aqui. Agradeço ao nosso amigo Marcelo Queiroz pela sua presença; ao Doutor Sergio Gama; ao Nilo Sérgio; ao Comandante Robadey; ao Deputado Estadual Renato Cozzolino; e à Deputada Fatinha.
Agradeço muito, Vereador Felipe Michel, esta homenagem. Muito obrigado por ter lembrado o meu nome. Quero agradecer ao meu pai que está aqui. Agradeço ao meu filho, à minha irmã e à minha esposa, que não pôde estar aqui hoje, mas está cumprindo uma missão, que é cuidar de outro tesouro da nossa vida, a minha filha Bia. Ela está representada pelo Luiz Felipe. Agradeço a paciência de vocês e da minha família.
Vereador Felipe Michel, esta medalha não é só para mim, é para toda a equipe da Secretaria Estadual de Saúde. Quero agradecer aqui a todas as pessoas que trabalharam comigo, os nossos subsecretários. Agradeço ao Maurício, nosso Subsecretário Jurídico; à Raquel e ao Léo, dos nossos subsecretários até as pessoas que trabalham com a gente no dia a dia nos ajudando na limpeza, na entrada do nosso gabinete, a nossa ascensorista, todo o trabalho que fizemos.
Foi um desafio muito grande conduzir uma saúde em uma situação calamitosa, mas especialmente ser homenageado, Robadey, aqui na Cidade do Rio de Janeiro. Todo mundo aqui sabe nasci e fui criado em Nova Iguaçu. Para a gente, o sonho de menino sempre foi a Cidade do Rio de Janeiro.
A gente vinha para o Rio visitar minha tia, que sempre morou aqui em Copacabana e aproveitava um pouquinho de praia. Meu pai sempre foi essa figura: vinha uma onda, e ele jogava gente na onda para ver se aprendia alguma coisa tomando caldo, convivendo lá na Praça Seca com meus primos jogando lá no Jacarepaguá Tênis Clube, lá naquele prédio, que era bronzeado, queimado de praia, porque estava sempre descascando, lá na Jambeiros. Era um convívio de ponta a ponta na Cidade do Rio de Janeiro.
A gente chega em uma situação de muita dificuldade. O Estado do Rio de Janeiro e a Cidade do Rio de Janeiro têm inúmeras unidades de saúde. Nós temos lá na porta, lá em Marechal Hermes, o Hospital Estadual Carlos Chagas, que sofria e praticamente já se encontrava fechado. Temos o programa de cirurgia bariátrica que auxilia as pessoas que estão com obesidade a fazer redução de estômago. A gente conseguiu colocar esse programa de pé, faziam 20 cirurgias por mês. Tínhamos esse projeto atrasado há 10 meses. Saímos com esse programa em dia, fazendo 40 cirurgias por mês. O Carlos Chagas hoje é um hospital de ponta, com atendimento de qualidade.
Temos aqui inúmeras UPAs neste município, são 16. O estado toca, dentro deste município, 16 UPAs. Muitos falaram para que a gente fechasse essas UPAs, porque o único estado da federação que administra a UPA é o Estado do Rio de Janeiro. Em nenhum outro estado ninguém administra UPA, quem administra UPA são os municípios. Mesmo na crise, mantivemos todas as UPAs abertas e melhoramos a qualidade delas. De Copacabana a Santa Cruz, sem discriminação, a qualidade, o carinho e o reforço de atendimento estão em toda a Cidade do Rio de Janeiro.
Tivemos a oportunidade de agradecer à minha irmã que enfrentou um projeto, quando da municipalização do Rocha Faria e, brilhantemente, conduziu um projeto de crianças especiais que mantivemos em odontologia, atendendo no Carlos Chagas, que era feito no Rocha Faria.
O Município do Rio de Janeiro não quis continuar, naquele momento, e conduziu, brilhantemente. Sem nenhum recurso, a gente conseguiu colocar esse projeto em funcionamento e atendendo muito mais, fazendo muito mais com muito menos, que é o que a gente fala todo dia. A gente salva milhares de crianças, porque o tratamento de saúde começa pela boca, é polo de muitas afecções, é porta de entrada, e a gente conseguiu resgatar esse trabalho.
A Cidade do Rio de Janeiro foi encarada como sem capacidade de enfrentar as Olimpíadas. Temiam que não houvesse Olimpíadas na Cidade do Rio de Janeiro por episódios de zika e de dengue. A gente passou as Olimpíadas sem nenhum caso de zika nesta cidade. Passamos aqui com serviço de atendimento médico, brilhantemente montado aqui na equipe do Coronel Simões.
Passamos as Olimpíadas como um exemplo para o mundo inteiro. As pessoas vieram aqui aprender, Comandante Robadey. Os japoneses estão vindo aqui aprender o que foi feito nas Olimpíadas do Rio de Janeiro. Tivemos aqui a referência, quando tivemos um policial rodoviário federal baleado. Lá no Alberto Torres, tivemos a oportunidade de receber o Alexandre de Moraes – hoje, Ministro do Supremo Tribunal Federal; na época, Ministro da Justiça – e que veio vou fazer uma visita no Rio de Janeiro, na ocasião de um policial rodoviário federal, que tinha sido Secretário de Justiça de São Paulo.
O ministro ficou surpreso com o que era o centro de trauma do Alberto Torres. A gente recebeu fechado e o devolveu aberto, funcionando. Ainda devolvemos com uma nova ressonância, com uma nova tomografia.
A gente tem um sonho de, dentro deste município, encontrar o nosso Instituto de Hematologia, o Hemorio, em uma situação calamitosa e devolver o Hemorio sendo a unidade que captou mais sangue no Brasil. O maior aumento de captação de sangue foi feito aqui no Município do Rio de Janeiro, no Hemorio.
Pegamos o Instituto Estadual do Cérebro Doutor Paulo Niemeyer vazio. No primeiro dia que entrei ali, estava Fabiane comigo fazendo uma visita, e o hospital dava pena. Hospital vazio, não tinha ninguém internado, e a gente devolveu o Instituto Estadual do Cérebro, com metade do valor contratual, operando muito mais, entregando muito mais exames, com os equipamentos de ponta.
Temos ainda uma vitória sem precedentes no nosso estado que foi a questão da febre amarela. Quero agradecer a você e a todo mundo do Corpo de Bombeiros que foram nossos parceiros no enfrentamento da zika e no enfrentamento da febre amarela.
Não tivemos um caso de febre amarela na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. Começamos um trabalho ainda em janeiro de 2017. O Estado do Rio de Janeiro foi o que mais vacinou no Brasil. Somados 2017 e 2018, temos quase 12 milhões de pessoas vacinadas. Se tivéssemos números de outros estados do Sudeste, no nosso estado aqui seria uma calamidade pública. Nós enfrentamos isso. Vou guardar na minha biografia ter conseguido blindar a região metropolitana do Rio de Janeiro para que essa febre amarela não entrasse na nossa cidade.
Fomos muito contestados, aqui vai meu agradecimento ao Alexandre Kiep, apesar de não estar presente, fomos muito contestados no Ministério da Saúde, fomos muito contestados pelo Estado de São Paulo, Nilo, quando nós começamos a vacinação aqui no nosso Estado, mas foi esse início que fez com que essa epidemia não atingisse a Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Fico muito orgulhoso de ser homenageado hoje nesta cidade, uma cidade maravilhosa, uma cidade em que hoje meus filhos vivem, uma cidade que a gente tem orgulho de circular por ela. A gente tem aqui, no Maracanã, quase a nossa casa. Meu pai já declarou aqui a paixão dele pelo Flamengo; o Arlisson, meu companheiro de vida, de praticamente, Maracanã todo final de semana; meu amigo Cacauzinho aqui; meu primo... Nós frequentando esse Maracanã em época, Rodrigo, em que meu pai largava a gente num canto ali, ia comprar ingresso e voltava duas horas depois. A gente achava que tinha ficado abandonado, porque aquilo ali, o Maracanã com 170 mil pessoas, com jogos imortais, com jogos que nós víamos... E essa cidade aqui é o coração do Brasil.
Ser homenageado aqui por um trabalho que a gente fez na Secretaria Estadual de Saúde, em um trabalho irmanado com todos que trabalharam conosco e que a gente devolveu o orgulho para quem trabalha na Secretaria Estadual de Saúde... A minha missão, com certeza absoluta, foi uma missão difícil, mas a missão do Serginho é muito mais difícil. Porque nós encontramos uma secretaria desmoralizada, com os nossos profissionais desmotivados, e hoje nós temos ali os nossos profissionais, que são motivos de orgulho para o Brasil. As pessoas vêm aqui olhar o que nós estamos fazendo. O nosso Programa Estadual de Transplantes bateu todos os recordes, Marcelo, e, nessa altura do ano, já fez mais transplantes cardíacos do que em nosso melhor ano. Essa motivação contagiou e vem contagiando, em um momento em que a Cidade do Rio de Janeiro sofreu dificuldades.
Felipe, eu quero só ressaltar que, no ano de 2017, o Estado do Rio de Janeiro pagou a metade do que a Cidade do Rio de Janeiro pagou dentro do orçamento da Saúde, e as nossas unidades funcionaram muito bem. E nós temos certeza, porque a Secretaria Municipal de Saúde tem, no seu corpo, grandes técnicos, tem no Marco Antônio Matos um grande líder e vai ter a capacidade de dobrar essa crise. Deus queira que o Prefeito desta Cidade entenda a obrigação de colocar recursos na Saúde, a obrigação de respeitar as rubricas orçamentárias da Saúde. Eu não tenho a menor dúvida de que o Prefeito vai olhar para aquela equipe da Saúde e vai reconhecer que precisa dar a eles as condições de trabalho.
Ainda no meio de toda a crise, muitas pessoas chegaram do nosso lado: “Fecha UPA; essa UPA, a Cidade do Rio de Janeiro tem que assumir”. Todo dia, o Corpo de Bombeiros conduz brilhantemente o SAMU da capital. É a única capital do Brasil em que o SAMU é conduzido pelo Estado, é no Rio de Janeiro. Brilhantemente conduzido pela corporação, e a corporação paga um preço muito grande para conduzir esse SAMU, com a nossa parceria da Secretaria Estadual de Saúde, Renato, mas a gente sabe da importância da Cidade do Rio de Janeiro como reflexo para toda a Baixada Fluminense e para todo o Estado. Nós, que viemos das cidades da Baixada Fluminense – você, Renato, que veio de Magé; a Fatinha, que veio de Caxias –, a gente sonha e respeita essa Cidade e a gente ama essa Cidade, porque é um exemplo, essa aqui é uma matriz para o Brasil, muitas das vezes. E podem ter certeza: nós precisamos levantar esse País e sair dessa crise pela Cidade do Rio de Janeiro, essa cidade que é polo de cultura, de educação e de esporte. É essa cidade, porque, quando vai ter uma final de Copa do Mundo, nenhuma final é mais bonita que uma final no Maracanã. Nenhuma final de Olimpíadas é mais bonita do que uma final do Maracanã.
É aqui, no coração desta Cidade, que a gente agradece essa homenagem, Felipe, agradece muito a tua equipe. Tenho certeza de que a tua equipe já é minha equipe. Agradecendo aqui ao Tiago, ao Binho, Marreco... A galera já é minha equipe, já está na nossa vibração, já é aqui a vibração de vencedores, de vocês que vieram lá de Jacarepaguá, da Praça Seca, da gente que andou de ônibus.
Com todo respeito, todo carinho a todo mundo que veio da Zona Sul da Cidade, mas nós temos, na nossa essência, saber o que é pegar esse trem lotado para ir ao Maracanã, saber o que é pegar um ônibus lotado para poder estudar. Eu que passava... Outro dia eu fui fazer uma visita à Fiocruz e lembrei de quantas vezes eu vim no Evanil tarifa, que é o que vem parando. A gente acha que não vai chegar, porque em todo poste ele para, Felipe, a gente acha que não vai chegar nunca, e a gente saltava e ia a pé para trabalhar como acadêmico - não é, Selminha? A gente acha que não vai chegar, porque em todo poste ele quer parar, parece cachorro, todo poste ele para. A gente sabe o que é vir em um tarifa Evanil, parar, atravessar a barreira do Vasco e trabalhar no Vasco da Gama, um dos melhores clubes do mundo. Apesar da nossa veia rubro-negra, a gente sempre teve respeito à diversidade, à diversidade de cultos, à diversidade de projetos, à diversidade de culturas.
Essa aqui é uma cidade de berço cultural, berço do samba. A gente não pode ver uma cidade que é berço do samba tendo sua matriz cultural, matriz africana do samba, do candomblé, desrespeitada. Aqui é o berço do catolicismo, é o berço dos evangélicos, é o berço de uma cultura de diversidade, porque aqui convivem os desiguais e só à mão dos desiguais a gente vai tirar esse País aqui, esse Estado e essa Cidade dessa crise moral, ética, e nós vamos levantar a cabeça, vamos ter orgulho de viver no Estado do Rio de Janeiro.
Muito obrigado a vocês.
(PALMAS)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Fortes palavras.
Agradeço a presença de todos, aos assessores, à equipe técnica da Câmara Municipal, todos aqueles que contribuíram com esta bela Solenidade, toda a nossa equipe, a minha equipe, a equipe do Doutor Luizinho, que é uma só.
Convido para os cumprimentos no Salão Nobre Vereador Antônio Carlos Carvalho, onde será oferecido um coquetel de confraternização, logo após ouvirmos o Hino da Cidade do Rio de Janeiro.
(Ouve-se o Hino da Cidade do Rio de Janeiro)
O SR. PRESIDENTE (FELIPE MICHEL) – Está encerrada a Solenidade.
(Encerra-se a Solenidade às 20h35)
RELAÇÃO DE PRESENTES


Thiago Simões da Silva; Diogo Dias Bonfim da Silva; Fernando Abel Marinho; Roberto Cavalcanti de Albuquerque; Sergio Gustavo de Mesquita; Manuel Edson Germano da Silva; Barbara Melo; Eduardo Moura; Marcos Vinicius Dias; Andre Santana; Daniel Ferreira; João Fernando Moreira; Lucila Medeiros; Irimar Santos; Jurema Lyra; Everton Barsan; Ana Carolina Ferreira da Silva; Leise Vales; Sandra Regina Pereira dos Santos; Jean Pierre Salles; Eden Ramos dos Santos Filho; Claudia Mello; Marco Morgade; Isaias Poyares; Eduardo Moura; Vinícios Pereira dos Santos; Maria Cecília Cascaes; Carlos Albertino Barbosa; Monique do Ponte; Daniele Calheiros; Adimar da Penha Gomes Costa; Ivan Teixeira de Lima; Daniele Amar; Alexandre Klein da Silva; Márcia Vianna; Antonio Dieb; Rosaria Almeida; Leise de Oliveira; José Ricardo Aguiar; Carlos Alberto Ribeiro da Silva; Hamilton Vasconcellos; Isaias Nascimento; Felipe P. Marques; Renata Peres; Ana Paula Vianna; Ricardo L. do Carmo; Nilo Sergio Felix; Erika Oliveira; Teresa Levenhagen; Tarciso Sales Junior; Patricia Santana; Priscila Oliveira; Fernanda Couto Jordy da Silva; Patrícia Neves Gomes; Marcella Rodrigues Ferrari; Ana Thomaz; Caroline de Oliveira Gomes; Carlos Henrique Pereira; Irinaldo Silva Costa; Igor Meireles Verissimo; Fábio José Nascimento; Luciana Cardoso; Greice Tavares; Wagner Victer; Yuri Cardoso; Luiz Antonio da Silva Couto; Marcos Berkowitz; Marcelo Teixeira de Menezes; Joel Freitas; Leandro Santos Vabo; Sergio P. Pires; José Carlos dos Santos; Marcelo Tanure; Rachel Rivelo; Silvia Portugal; Flavio Badaró; Rafael Oliveira; Tania Regina Gaudard Ribeiro; Marcio Anderson S. de Paulo; Wellington Abreu de Oliveira; Raquel Fernandes Veles; Livia Tavares; Paulo Roberto dos Santos; Carmela Lima; Fernando Luiz Vital; Alexandre Esteves; Julia Brandão; Jose Carlos Ferreira; Marco Antonio de Oliveira; Hellen Miamoto; Luciana Peixoto de Souza Pinto; Adriano Gomes Barreto; Isabela Braga Strauss; Renato Carneiro Gomes; Monique Simões Soares; Bruno Pereira da Silva; Harleson Soares Vieira; Sueli Rodinho; Rodrigo Werner; Ana Maria da Silva; Viviane Davila; Marcellus Brito; Bruno Braga; Marta dos Santos; Juliana R. Oliveira; Sergio Simões; Leonardo Ferreira; Angela Maria Peçanha; Márcia Rosane Serpa B. Cordeiro; Luiz Vieira; Sandro Ribeiro Alves; Renato Corredeira; Luiz Carlos N. Cavalcante; Ivanise A. Gomes de Sousa; Carlos Henrique Terra; Marcelo Lima G. de Azevedo; Luiz Antonio Silva; Thiago de Carvalho Leon Blum; Marcelo Hess de Azevedo; Jair Breta Junior; Anderson Luiz R. Barbosa; José Leide; Alzira Bruna Silva Gonçalves; Alzira Bianca Silva Gonçalves; Manoel Gonçalves; Roberta Moura; Wagner de Almeida Santos; Euler Lucena; Gilson Clementino Hanszman; Cinésio da Tupi; Luiz Antônio Teixeira; Giovanni Mouta; Giglio; Carla Pereira Moreira; Luciano Froes; Roberto Cavalcante; Rafael Fornerolli; Pedro Machado; Rodrigo Michel; Carlos Alberto Simas Junior; Sebastião Carlos Dutra; Mario Mentrop; Daniele Soares dos Santos; Franklin Salazar; Paulo Antunes; Robson P. da Costa; Reinaldo Rafael Feitosa; Amanda de Luna Barcelos; Sergio Ricardo; Luiz Thiengo; Florencio Jorge; Antonio Carlos Prazeres; Rafael Licurci; Ramiro Peixoto Mesquita; Vera Lucia da Cruz Silva; Flavio Lins; Daniel Soranz; Anderson Dantas de Andrade; Luiz Felipe Bragança Teixeira; Avilson Santos; Adriana Rodrigues Gomes; Luiz Carlos Medeiros; Fernando Gonzales; Kleber Rodrigues; Tadeu Gomes da Costa; José Luiz dos Santos; Caio Antonio Mello Souza; Marcelo Queiroz; José Francisco Mechick; Elio Rafael.